Cindy nunca abriu a porta da casa de banho e vencida pelo cansaço e pelo sono, cai adormecendo no chão do WC.
Cindy acorda com o som do seu telemóvel a tocar dentro da sua bolsa. Era uma emergência do hospital.
Cindy - Sou eu a Cindy! Olá!... Para quem mais ligas-te?... Também estou fora da cidade. Que horas são?... Seis? Sete, oito, nove horas... Eu vou, devo puder chegar às 9h.
Cindy prepara-se ainda meia ensonada e abre a porta da casa de banho de devagarinho.
Passa pé ante pé para não acordar Dean que ainda dorme embriagado no chão do quarto. Fecha a porta também de vagar para não fazer barulho e sai em direção ao hospital.
Dean acorda com o barulho do telefone do motel a tocar:
Dean - Cindy! Cind!
Como Cindy não responde e o barulho continua, Dean levanta-se ainda atordoado da bebida:
Dean - Vou mata-la...
Era da receção para avisar que tinha de sair até ao meio dia, se ficasse mais tempo teria de pagar um determinado valor a mais por cada hora que ficasse mais.
Dean – Sim!... Está bem. Obrigado.
Dean dirige-se à casa de banho chamando por Cindy mas vê que ela não está:
Dean - Cin…
Ao dirigir-se ao balcão para beber mais um copo repara no bilhete de Cindy.
Bebe um copo nas calmas mas pensando no que deveria fazer chega só a uma solução.
Dirige-se para o telefone novamente e…
Dean - Onde é a estação de autocarros mais próxima?









