Cindy - Amor!
Jerry - Tu estás bem?
Cindy - Não quero falar contigo.
Dean dá um beijo a Frankie e segue atrás de Cindy fechando a porta da rua:
Dean – Não posso brincar agora Frankie.
Jerry - O que se passa?
Jerry - Dean, deixa-a em paz. Não me podes trancar fora da minha própria casa. O meu oxigénio está aí dentro.
Dean – Não somos só nós. Temos que pensar na nossa filha.
Cindy - Eu sei. Estou a pensar nela.
Dean começa a chorar e Cindy também.
Cindy - Não aguento mais isto.
Dean – Tu só estás a pensar em ti mesma. E a Frankie? Queres que ela cresça com pais separados? É isso que queres?
Cindy - Estou a pensar na Frankie.
Dean – Não estás a pensar.
Cindy - Estou.
Dean – É assim que queres que ela cresça?
Cindy - Não quero que ela cresça com os pais a tratarem-se assim.
Dean dá murros na parede e continua a chorar:
Dean – Não!
Cindy – Desculpa!
Dean – Desculpa! Desculpa! Querida, sinto muito!
Cindy - Não aguento mais!
Dean – Eu sei. Querida, só estou a lutar, a lutar pela minha família. Não sei o que fazer. Não sei mais o que fazer. Diz-me o que fazer. Diz-me o que fazer.
Cindy - Eu não sei.
Dean – Diz-me como devo ser.
Cindy - Não sei.
Dean – Diz-me apenas. Eu faço-o. Eu faço-o.
Cindy - Não sei o que dizer. Desculpa. Não sei o que te dizer.
Dean – Eu faço-o.
Cindy - Já não estamos bem juntos.
Dean – Não digas isso.
Cindy - Não consigo parar. Tu não consegues parar. Não sei mais o que fazer.
Dean – Eu consigo parar.
Cindy - Não. Não.
Dean – Vem cá. Vem cá.
Cindy - Não. Não. Não.
Cindy acaba permitindo um abraço de Dean.





