quarta-feira, 13 de julho de 2011

Capítulo 05 – Como Cindy conheceu Dean

Depois da universidade, Cindy passa no ginásio onde Bobby é treinador:

Bobby - Agarra-o! Boa! Bom trabalho!
Cindy – Olá.

Bobby - O que estás aqui a fazer?
Cindy – Uma pesquisa.
Bobby - A sério? Uma pesquisa? E precisas de vir ao ginásio para fazer uma pesquisa?
Cindy – Sim, preciso observar as pessoas que fazem ginástica.
Bobby - Sério?

Bobby junta-se mais a Cindy:

Cindy – Oi!

Beijam-se. Depois Cindy afasta-o com as mãos:

Bobby - Por que precisas de ser sempre tão estranha? Vamos lá...
Cindy – Não posso.
Bobby - Tu queres.
Cindy – Tenho de ir buscar a minha avó. Só vim dizer olá. Ligo-te depois.
Bobby - Que seja!

Cindy sai a correr

Cindy foi buscar a avó ao lar de idosos para passar o fim-de-semana com a família.

Cindy – Chegámos!
Maryann - Achei que fosses o pai.
Cindy – Somos nós.
Maryann - Como coreu no salão?
Cindy – Maravilhoso.
Maryann - Que bom...

Cindy conversa com a avó enquanto a mãe prepara o jantar:

Cindy – O que se sente quando nos apaixonamos?
Jamie - Querida... Acho que nunca descobri.
Cindy – Nem com o avô?
Jamie - Talvez um pouco no começo.

Quando Jerry, o pai de Cindy chega, senta-se à mesa junto de Cindy e Jamie sem dizer uma palavra e Marryann serve a refeição.

Jerry - Deus abençoe esta refeição...

Jamie continua a conversa com Cindy:

Jamie - Ele não tinha respeito por mim como pessoa. - (referia-se ao avô de Cindy).

Jerry era um homem frio e duro. Marryann ao ajeitar o prato à sua frente, este escorrega fazendo barulho ao poisar na mesa:

Jerry - Tem cuidado com isso.

Jamie continua:

Jamie - Faz com que a pessoa por quem te apaixones… Te mereça.
Cindy – Não quero ser como os meus pais. Sei que se devem ter amado em algum momento, não é? Esqueceram isso tudo antes de eu nascer?

Jerry - Temos de comer este lixo?
Maryann - Desculpa. Queres ovos?
Jerry - Não!

Jerry dá um safanão no prato levantando-se da mesa saindo da sala:

Jerry - Quero que aproveites o teu maldito jantar.

Cindy ajuda a avó a deitar-se enquanto a mãe arruma a cozinha e depois vai para o seu quarto:

Cindy – pensando - Como podes confiar nos teus sentimentos quando eles desaparecem? Acho que só poderás descobrir se tiveres o sentimento. És uma boa pessoa. Acho que podes dizer: "Sim, eu confio… confio em mim mesma."

No dia seguinte Bobby foi buscar Cindy à escola e seguiram para casa dele.

Envolveram-se romanticamente.

E chegaram a vias de facto.

De seguida Cindy fechou-se na casa de banho a pensar se o deveria ter feito ou não. Tomou um banho e saiu.

Depois de pegar a avó em casa Cindy segue para o lar, onde ela fica durante a semana.

Jantou com a avó e com os outros idosos do lar.

Depois Cindy acompanhou a avó ao quarto onde ia ficar e ajudou-a a vestir a camisa de dormir.

Seguiu com ela para a casa de banho para efectuar a sua higiene pessoal.

Depois de deitar a avó, Cindy lê:

"Ela não lhe queria confessar que ainda gostava das pessoas que pareciam gostar dela. Ele tocou na tua bochecha, fez um carinho. O coração dela batia tão forte que ele conseguia ouvir."

Cindy – Estás bem avó?
Jamie – Sim, querida, continua!

Cindy continua a ler:

"Ele afastou os cabelos dela. O toque dos seus dedos transmitiam-lhe ondas de confiança. Ele ia beijá-la. Era o que ela queria. Então porque é que ela sentia que estava num precipício, pronta para cair? Os lábios dele tocaram nos dela e ela parou de pensar. Só sentia. Sentia a doçura do seu beijo, a força dos seus braços e o coração batendo na sua mão quando ela o tomou em seus braços. Havia um precipício e ela estava a cair. De cabeça, a cair de amores por ele."

Cindy preparava-se para ler o capítulo seguinte:

Cindy - Capítulo 11...

Mas a avó percebeu que ela escolhera um livro de acordo com os seus sentimentos e interrompeu:

Jamie – Olá...
Cindy - Olá.

Jamie – Quero um cigarro.
Cindy - Não, avó. Está na hora de ir dormir. Não podes fumar agora. Queres que eu continue a ler?
Jamie – Preciso de um cigarro!

Cindy levanta-se, abre uma janela e espreita no corredor para ver se há alguém por perto. Nesse preciso momento Dean despede-se de Walter metendo umas notas ao bolso e Cindy presencia tudo isso.

Dean - Vejo-te por aí.

Mas Dean chegou a ver Cindy que fechou de imediato a porta.

E seguiu até ao quarto abrindo a porta:

Dean - Com licença. Podemos conversar?
Cindy - Porquê?
Dean - Tu achas que eu roubei o dinheiro, não?

Ela riu-se.

Dean - Achas, sim.
Cindy - Não.
Dean - Olha, já roubei dinheiro. Sei como é ser apanhado, é assim. Não roubei, eu tenho um emprego. Este é o meu emprego. Eu ganho dinheiro.
Cindy - Já percebi.
Dean - Dinheiro para levar raparigas a sair.

Cindy riu-se e Dean continuou:

Dean - Só para saberes.
Cindy - É bom saber.
Dean - Qual é o teu nome?
Cindy - Vai-te embora.
Dean - "Vai-te embora"? É um nome estranho!

Cindy abre a porta para Dean sair:

Dean - Espera. Quero dar-te algo. Olha, é meu cartão. Não tenho telefone nem número, mas se ligares para este número e perguntares por mim, vão me dizer que ligaste. Quem sabe se me vais ligar?

Cindy agarra o cartão repentinamente e fecha a porta quase entalando Dean.

6 comentários:

  1. Poxa a vida de Cindy não é fácil. Seu pai é um sujeito grosseirão e trata sua mãe como se fosse sua empregada e não sua esposa. O exemplo que ela tem em casa é péssimo.
    Seu envolvimento do Bobby, parece ser bem superficial, não creio que ela o ame.
    O que salva é sua relação com a avó pois ambas parecem ser amigas e companheiras.

    beijos BeAz!

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  2. É mesmo Meg, a coitada teve uma infância difícil.
    Obrigada por estar sempre presente Meg!
    Beijos!

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  3. Passei por aqui :)
    Legal ver como tudo começou.

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  4. Caramba ;O
    O Jerry é um grosso D;
    Nossa! A Cindy e o Dean do passado são tão mais "agradáveis" kkkkkk' *-*
    Beijooos'

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  5. É verdade, eles passavam o tempo se divertindo!

    Beijus!!!

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